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Intervenção baseada em ABA

ABA (Applied Behavior Analysis) é uma ciência baseada nos princípios da Análise do Comportamento. Ela nos traz muitas estratégias de ensino baseadas em evidência científica, apresentando efetividade nas intervenções de pessoas com qualquer atraso de desenvolvimento para que elas aprendam habilidades e se desenvolvam, obtendo indepedência e gerando uma melhor qualidade de vida.

É atualmente a mais indicada, pois é a única que possui evidências científicas que a caracterizam como a mais eficaz. Estudos da Associação para a Ciência do Tratamento do Autismo dos EUA comprovam que a terapia faz com que os aprendizados sejam efetivos.

Todo planejamento de intervenção é realizado de forma individualizada,

pois cada criança tem uma necessidade de aprendizado. Ela deve ser avaliada por profissionais especialistas em TEA (Transtorno do Espectro Autista) que irão traçar um plano de ensino individualizado para o desenvolvimento adequado e atender as dificuldades

apresentadas.

Crianças diagnosticadas com TEA possuem em sua maioria comportamentos que ocasionam falhas em sua interação com as pessoas, prejudicando a sua convivência e como consequência a sua inclusão social. A missão dos profissionais de saúde como neuropediatra, psicólogo, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo é fazer com que a intervenção baseada em ABA se dê

de forma integrada, multidisciplinar e consiga pontencializar o desenvolvimento da criança.

Uma estratégia da intervenção baseada em ABA é estimular

 

as crianças nas mais diversas situações do cotidiano, utilizando como exemplo a prática de

tipos de comportamentos desejados. Crianças com TEA podem se beneficiar da rotina, podem sentir maior estresse em momentos de transições e precisam se sentir seguras nos diversos tipos de ambientes e situações sociais que encontrarem pela frente, evitando assim as crises que podem ocorrer de forma estereotipadas como gritos, movimentos repetitivos, evitar o contato visual, entre outros.

A intervenção baseada em ABA deve ser intensa e consistente.

Quanto mais terapia melhor, mais rapidamente a criança vai responder aos estímulos e conquistar vitórias a caminho da tão esperada independência.

A terapia pode ser aplicada em qualquer idade, tanto em crianças como em adultos, no entanto, a plasticidade do cérebro da criança em desenvolvimento é maior nos primeiros anos de vida. Isto faz com que ela aprenda mais rápido e melhor. Por isto a urgência em se obter o diagnóstico precoce para poder iniciar a terapia o quanto antes.

A recomendação é que a criança consiga fazer a terapia por em média 3

0 horas semanais (a carga horário será estabelecida após avaliação individual) e

que deve ser aplicada através de profissionais de ótima qualificação técnica, continuar em casa e também na escola.

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